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Como fazer uma Horta
em casa
1 - Escolha um local onde o sol incida ao menos uma
parcela do dia, que seja plano ou levemente inclinado e
que seja afastado de privadas e esgotos.
2 - Limpe o local escolhido, retirando as pedras, galhos
e o mato.
3 - Afofe e prepare a terra para plantar as sementes.
Siga a seguinte proporção: terra misturada com
aproximadamente 10 litros de adubo orgânico e 200 gramas
de farinha de osso por cada metro quadrado.
4 - Espalhe a terra pelo canteiro e faça covas de
aproximadamente 5 cm de profundidade.
5 - Ao plantar, veja nas embalagens das sementes qual é
o distanciamento (espaço entre as sementes) mais
indicado e deposite-as nas covas.
6 - Feche as covas com terra e regue todo os dias, no
fim da tarde.
Mini-horta
Material necessário:
-1 jardineira ou 1 embalagem de leite ou 1 garrafa pet
(necessário que tenha pelo menos 20 cm de profundidade)
-Pedriscos (só para caixas sem saída de água)
-Terra
-Esterco
-Areia
-Mudas de hortaliças ou sementes
Modo de preparar a mini-horta:
-Se for preparar a mini-horta com garrafa pet ou
embalagem de leite, cortar a parte de cima (conforme
mostrado no programa)
-Colocar os pedriscos
-Colocar a terra, o esterco e a areia e misturar bem
estes três materiais
-Fazer a semeadura ou o transplante de mudas de sua
preferência
-Regar 2 vezes ao dia no verão ou 1 vez por dia durante
o inverno
-Deixar no mínimo 5 horas por dia no sol
-Deixar a jardineira em local arejado
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Tipos de adubos
1 - Adubos orgânicos: adubos de origem vegetal ou animal
. Exemplos: farinhas de osso, sangue, carne; torta de
mamona, húmus de minhoca, estercos de gado, de aves,
etc. A principal vantagem do adubo orgânico é que em
excesso não faz mal para as plantas, já que se trata de
um produto natural.
2 - Adubos inorgânicos: adubos de origem química.
Exemplos: Sulfato de Amônia, Cloreto de Potássio,
Salitre-do-Chile, Uréia, etc. As plantas absorvem com
mais facilidade e rapidez os adubos inorgânicos.
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Como conservar seu
jardim
1. Remexa a terra para deixá-la fofa. Enquanto estiver
fazendo isto, misture adubo orgânico.
2. Retire todas as impurezas: ervas daninhas, raízes
mortas, torrões de terra seca.
3. Para melhorar a qualidade do solo, você pode fazer
uma mistura básica. Misture uma porção de areia, com uma
porção de terra e uma porção de terra vegetal. Para cada
5 litros de mistura básica, acrescente: 1 colher de
sobremesa de farinha de ossos, uma colher de sobremesa
de farinha de peixe e uma colher de sobremesa de nitrato
de potássio.
4. Adicione a mistura a sua terra e mexa bastante.
5. Para corrigir ainda mais o solo, acrescente areia em
solos argilosos e compactos ou terra em solos arenosos.
6. Escolha as plantas de acordo com o tipo do seu
jardim: se bate sol ou fica mais na sombra, se é grande
ou pequeno, etc. Peça ajuda ao seu fornecedor de mudas.
7. Para plantar as mudas, faça um buraco de bom tamanho,
retire o plástico da muda e coloque o torrão dentro do
buraco. Coloque aquela mistura básica em torno do
torrão.
8. Para plantas com caules finos e altos, coloque um
bambu ou um cabo de vassoura para apoiar a planta.
Amarre delicadamente a planta ao bambu (estaqueamento).
9. Para regar suas plantas, dê preferência para as
primeiras horas do dia. Evite molhá-las quando o sol
estiver forte.
9.1. Para vasos com plantas com caule regue por cima com
um regador fino até que a água saia pelo furo da
drenagem do vaso.
9.2. Para vasos com plantas que cubram toda a superfície
do vaso, encha de água e areia o prato que fica sob o
vaso. A areia é para evitar a proliferação de larvas de
mosquitos.
9.3. Para jardins e canteiros use mangueiras com
irrigadores de pressão.
10. Sempre retire as folhas secas, murchas e doentes,
com uma tesoura de poda. Deixe as flores murchas pois
elas viram frutos.
11. Combate as pragas, pulverizando inseticidas vendidos
nas casas do ramo.
12. Quando as raízes atingem um tamanho muito grande
para o vaso que estão ocupando, você tem que mudá-la
para um vaso maior. Solte a planta do vaso antigo com a
ajuda de uma pá. Segure firme o caule e bata com a vaso
na beirada de uma mesa para que o torrão se solte.
Replante como ensinado no passo 7.
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Controlando as
cochonilhas
Inimigos naturais: as joaninhas são predadoras de
cochonilhas e de outros Homópteras, como os pulgões.
Controle químico: em lojas de produtos
agropecuários, o engenheiro agrônomo pode indicar o
produto recomendado.
Controle natural: uma receita preparada com óleo
mineral e sabão mostra-se bem eficiente em casos de
ataque de cochonilhas. Anote:
250 ml de óleo mineral leve
30 g de sabão
125 ml de água quente
Corte o sabão em pedaços e dissolva na água quente.
Adicione o óleo mineral aos poucos, até a total
homogeneização. Na hora da aplicação, dissolva em 6
litros de água e pulverize as plantas atacadas.
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Devem ser plantadas
nas bordas dos canteiros
- Para afastar formigas: hortelã (Mentha piperita),
gerânio (Pelargonium spp.), calêndula (Calendula
officinalis) e gergelim (Sesamum aricutale);
- Combatem pulgões: gerânio (Pelargonium spp.),
arruda (Ruta graveolens), cravo-de-defunto ou tagetes (Tagetes
sp.) ;
- Tem efeito nematicida: cravo-de-defunto ou
tagetes (Tagetes sp.).
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Como montar uma
jardineira para janelas e sacadas
1. Preparando a jardineira: cubra o fundo da
jardineira com 3cm de argila expandida para favorecer a
drenagem (cacos de cerâmica ou cascalho podem substituir
a argila). Prepare uma mistura de solo com três partes
iguais de terra vegetal, areia e húmus. Espalhe sobre a
camada de argila, mantendo cerca de 2,5 cm da borda da
jardineira.
2. Escolhendo as espécies: Em janelas de
apartamento e sacadas, por exemplo, os grandes efeitos
são dados por plantas pendentes. Onde há bastante
incidência de luz solar, pode-se optar por gerânios
pendentes (Pelargonium peltatum)- que se mantém floridos
praticamente o ano todo -, petúnias (Petunia sp.),
begônias (Begonia imperialis ou semperflorens),
trepadeira-africana (Senecio mikanoides) e verbena
trepadeira (Verbena sp.). Dessas plantas, a begônia é a
que melhor se adapta em locais à meia-sombra. Numa
janela de face sul, espécies que exigem luz solar plena
dificilmente darão bons resultados, neste caso, pode-se
optar por plantas como filodendro (Philodendron) e hera
(Hedera helix).
3. Plantando: Pressione ligeiramente a superfície
da terra, antes de colocar as mudas. Lembre-se de manter
um espaço entre elas, para que possam se desenvolver sem
ficarem aglomeradas. Coloque um pouco mais da mistura de
terra para uniformizar a superfície e regue
ligeiramente. Lembre-se de adubar as plantas
quinzenalmente na primavera/verão e mensalmente no
outono/inverno.
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Orquídeas
Temperatura:A maioria das orquídeas toleram variações de
temperatura entre 10 a 400 C, mas a temperatura ideal
fica em torno de 25 graus. Orquídeas como Phalaenopsis e
Vanda preferem temperaturas mais altas, enquanto que as
Miltonias, Cymbidiums, e Paphilopedilum se dão melhor
com temperaturas mais amenas.
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"Observar" as plantas:
esta é a melhor maneira de notar os primeiros sinais de
problemas que, tratados rapidamente, não se tornam muito
graves. Ao fazer a observação, verifique todos estes
casos:
Folhas e caules murchos:
* Verifique se a terra não está seca demais. Neste caso,
afofe bem a superfície da terra com um garfo de
jardineiro. Se a planta estiver em vaso, mergulhe-o numa
bacia cheia de água e use um borrifador para umedecer as
plantas. Após algum tempo, retire o vaso e deixe
escorrer o excesso de água.
* Excesso de água também pode causar murcha.
Certifique-se que a terra não esteja encharcada e, se
for o caso, suspenda as regas por um tempo. Se as raízes
mostrarem sinais de apodrecimento, faça um replantio.
Dificuldades na drenagem obstruem a saída do excesso de
água. Quando usar vasos para o cultivo de plantas,
lembre-se de escolher sempre aqueles que apresentam
furos de drenagem no fundo, para facilitar a eliminação
do excesso de umidade.
* Muita exposição à luz solar. Algumas espécies de
plantas necessitam de muita luz do sol para se
desenvolver bem, outras nem tanto. Verifique quais são
as necessidades adequadas da planta que apresenta o
problema e mude-a de lugar, se for o caso.
* Excesso de calor. Para cada planta existe uma faixa de
temperatura ideal. A maioria das plantas de interiores,
por exemplo, adaptam-se bem na faixa de 15 a 25 graus C.
Outras precisam de mais calor. Entretanto, a temperatura
elevada pode causar a murcha de folhas e caules.
Manchas nas folhas:
* Excesso de nutrientes. Aplicar fertilizantes nas
plantas é uma medida que garante a boa nutrição, porém,
o exagero pode ser prejudicial. O excesso de nutrientes
pode resultar em folhas manchadas e mal-formadas.
Manchas amarronzadas e o aparecimento de uma crosta
branca na superfície da terra ou nos vasos de cerâmica
são sinais de excesso de fertilizante.
* O excesso de água também pode ocasionar manchas de
podridão na superfície das folhas, amarelecimento e
bordas amarronzadas. Diminua a quantidade de água nas
regas.
* Sol em demasia. A exposição à luz solar em demasia
pode provocar diversas alterações na coloração natural
das folhas de algumas espécies. Se este for o caso, mude
a planta de lugar.
Queda de flores, botões e folhas:
* Iluminação inadequada. A luz é um fator decisivo para
o bom desenvolvimento das plantas. Em geral, as plantas
floríferas necessitam de maior luminosidade do que as
folhagens. Certas espécies não produzem floração quando
colocadas em um local com baixa incidência de luz, em
outros casos, ocorre a queda de flores, botões e folhas.
Verifique o local.
* Condições de temperatura. Algumas plantas floríferas
são altamente sensíveis à temperatura. O calor excessivo
para as plantas de clima temperado ou ameno pode reduzir
o tempo de floração e provocar a queda prematura de
botões e flores. Por outro lado, as espécies de clima
tropical se ressentem com o nível de temperatura baixo.
* Erro nas regas. Aqui também a quantidade de água das
regas pode ser um problema. Em excesso, pode provocar o
apodrecimento de botões e brotos. Já o nível baixo de
umidade reduz a hidratação da planta, resultando em
folhas murchas ou secas e murcha prematura de botões e
flores.
Folhas amareladas e crescimento lento:
* Escassez de fertilizante. Como todos os seres vivos,
as plantas necessitam de nutrientes para sobreviver e se
desenvolver. Quando há falta de nutrientes, a planta
apresenta crescimento lento, folhas amareladas, hastes
fracas, folhas pequenas e floração reduzida ou ausente.
* Necessidade de reenvasamento. Plantas que estão
envasadas há muito tempo, podem ter suas raízes
sufocadas e apresentar nutrição deficiente, pois a terra
já está esgotada. Em geral, pode-se notar este problema
quando a terra do vaso apresentar-se excessivamente
compactada. Vasos pequenos em relação ao tamanho da
planta também ‚ um problema. O melhor, neste caso, é
mudar a planta para um vaso maior.
* Correntes de ar. Certas espécies se ressentem
profundamente quando sofrem o efeito de correntes de ar.
Plantas de folhas finas, como as avencas, são as mais
sensíveis, principalmente às correntes de ar frio.
Verifique o local onde a planta está situada.
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Fornecem "calda
inseticida"
Folhas da alamanda (Allamanda sp.), arruda (Ruta
graveolens), flores da camomila (Matricaria chamomilla),
folhas do tomateiro (Lycopersicum esculentum), folhas de
coentro (Coriandrum sativum), folhas de losna (Artemisia
asinthium).
Como usar: Ferver as partes indicadas, coar e pulverizar
as plantas atacadas com a calda. Caso a calda fique
muito concentrada, recomenda-se diluir a preparação
antes do uso.
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Como agem os pulgões
Geralmente, localizam-se nas extremidades dos ramos mais
tenros, onde se aglomeram, em grande quantidade, e sugam
a seiva de folhas e flores. Estas, vão ficando amarelas
e sem vida. Além de sugarem a seiva, os pulgões também
são transmissores de muitos vírus que infectam as
plantas. Geralmente, esses insetos são transportados de
uma planta para outra pelas formigas, que apreciam muito
suas dejeções açucaradas.
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Significado das cores
das rosas
Brancas: reverência, segredo, inocência, pureza e
paz
Vermelhos: amor, respeito, adoração
Champanhe: admiração, simpatia
Amarelas: alegria, liberdade
Coral: entusiasmo, desejo
Cor de rosa claro: gentileza
Cor de rosa escuro: gratidão, agradecimento
Vermelhas com brancas: harmonia, unidade
Vermelhas com amarelas: felicidade
Coloridas em tons claros: amizade e solidariedade
Coloridas, predominando as vermelhas: amor e
felicidade
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Processo de secagem de
plantas e flores
ara fazer a secagem de plantas pelo processo ao ar
livre, você vai precisar de um local seco, fresco e com
boa circulação de ar. O local, é claro, precisa ser
coberto, para que haja proteção contra chuvas e umidade.
É possível obter bons resultados até em garagens e
armários bem ventilados.
Com as plantas deitadas...
As espécies mais indicadas para este tipo de secagem são
as gramíneas. É importante, porém, que as plantas não
fiquem amontoadas, para que o ar possa circular bem
entre as pétalas e folhas. Se houver acúmulo de umidade,
as plantas poderão apodrecer antes de mesmo de secarem
completamente:
Forre uma superfície plana e lisa com folhas de jornal,
papelão ou outro material absorvente;
Espalhe bem as plantas sobre esta superfície, de maneira
a garantir boa circulação de ar, especialmente entre as
hastes, onde há maior acúmulo de umidade. Deixe secando
e evite o excesso de manuseio.
Com as plantas em vasos...
Outro processo de secagem bem simples pode ser realizado
com as plantas em vasos. Dão bons resultados: gramíneas
em geral, papiros, cebola ornamental, estatices,
hortênsias, mimosas, esporinhas e gypsophilas.
Para obter bons resultados com as hortênsias, mimosas,
esporinhas e gipsophilas, coloque-as em um vaso com um
pouco de água no fundo (mais ou menos uns 5 cm);
As outras espécies devem ser colocadas em um vaso sem
água, observando a quantidade de plantas: evite colocar
plantas demais em um vaso de boca estreita, pois isso
facilita o abafamento das hastes, podendo causar o
apodrecimento das plantas.
Com as plantas penduradas em ramalhetes...
Este é o processo mais simples de secagem ao livre. As
rosas, sempre-vivas, estatices, mil-folhas e mimosas são
as que dão melhores resultados:
Comece formando os ramalhetes com poucas plantas. Umas
dez hastes são suficientes para cada um. Junte as hastes
e amarre-as.
Com muito cuidado, separe bem as hastes para facilitar a
circulação de ar entre eles.
Instale alguns varais a uma distância de uns 25 cm entre
eles, para evitar que as plantas fiquem acumuladas.
Outro fator importante: calcule uma distância de uns 15
cm entre o teto e os varais.
Pendure os ramalhetes de cabeça para baixo, mantendo uma
boa distância entre eles nas laterais. Use fios de ráfia
ou barbantes para amarrá-los.
Não é necessário nenhum tratamento especial das plantas
antes da secagem ao ar livre. |